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sábado, 1 de janeiro de 2011

A grande lição do grande irmão.

E foi dada a largada, em janeiro de 2010 para a mais louca o turbulenta guerra por dinheiro da TV brasileira: o Big Brother Brasil que comemora sua décima edição trazendo um dos mais diversos times para compor esta verdadeira corrida maluca pelo prêmio de 1,5 milhão de reais. Esta de fato, pode-se considerar uma das edições com maior diversidade entre seus participantas. Ficou bastante evidente que a produção não queria mais apostar naquele velho cast de sarados e saradas que dalí despontavam todos para Playboy's e G Magazine's da vida. Uma lésbica, um gay afeminado, um transformista, um negro, uma dentista, uma professora universitária, uma dançarina de boate, um modelo aparentemente indeciso com sua sexualidade, um lutador machista entre outros fazem parte do time que apimenta cada dia mais as noites brasileiras e nos fazem nos apaixonar por uns e odiar outros. Para muitos estudiosos o BBB trata-se do maior lixo da TV Brasileira. Discordo em número, gênero, grau, em letras garrafais e fluorescentes. O BBB na realidade trata-se nada mais que a realidade do brasileiro. Se alguns pensam que o BBB existe apenas por trás das paredes do projac, este alguém está profundamente enganado. As mesmas atitudes vistas no BBB são as que nos passam na vida profissional, familiar e também nos nossos mais íntimos relacionamentos. Até mesmo os conflitos internos vividos pelos participante, apontados como sendo loucos que surtaram após dias e mais dias de confinamento e pasmem, a bipolaridade mostrada por eles também é a mesma que desempenhamos no nosso dia-dia. 
O BBB trata-se nada mais do retrato do brasileiro, mostra com frieza tudo que o ser humano é capaz por dinheiro: mentir, chorar, representar, julgar! Retrato este que é cópia fiel do mundo das organizações, do nosso ambiente de trabalho. Quem nunca lidou com um colega de trabalho mentiroso que fazia de tudo para lhe derrubar e aparecer a todo custo? Ou melhor, quem nunca teve que representar um papel para conseguir um emprego para ter o que comer e de onde tirar dinheiro para pagar as suas contas mensais? Pasmem, todos nós somos BBB's, vivemos no BBB da vida real, onde só seremos ex-BBB's no dia da nossa morte. Somos constantemente analisados e julgados por nossos gestos e atitudes pelo nosso vizinho, amigo, pai, mãe, chefe e se bobearmos somos postos no paredão e corremos grave risco da eliminação não de um jogo, mas de um grupo extremamente especial para nós. E que eliminação dolorosa. Quem nunca foi posto num paredão num relacionamento onde foi escolhido entre outro e foi trocado, ocasionando sua eliminação?
É, o paredão também existe na vida real, também corremos riscos diariamente de sermos eliminados, julgados, apontados e humilhados. Nós nascemos, estamos aqui pra isto, pra dar a cara a tapa e seguir em frente, sobrevivendo e nos reerguendo eliminação após eliminação, julgamento após julgamento. E talvez seja este o motivo pelo qual em sua décima edição o BBB faça dez vezes mais sucesso que sua primeira edição, em 2002. O público gosta de se sentir Deus, em ter o poder de decidir quem ele quer que continue convivendo, vivendo e se deliciando e de quem ele quer ver pelas costas. O BBB não trata-se de mais um besteirol da televisão brasileira, e sim de um programa de conteúdo adulto que pode ser explorado de forma sábia, perfeito para um estudante de psicologia estudar e tentar entender o labirinto que é o comportamento humano. Excelente para um sociólogo decifrar o que dificulta tanto o mistério da convivência. Formidável para um filósofo para que ele possa viajar e questionar cada frase disparada por cada participante dentro dos dias de confinamento. 
O BBB é um programa que transcede a TV, existe na vida real e nós somos participantes. A casa não tem tanto luxo assim, é nosso planeta terra. Quem nos julga somos nós mesmos. Quem nos elimina ou não, pasmem: também somos nós mesmos! E o vencedor do programa de TV, como já apontado pelo apresentador Pedro Bial é o mais flexível, aquele que mais é capaz de se adaptar as diversas situações que lhe são impostas. E na vida real, seria diferente? Quem vence não é o mais belo, o mais forte, o mais experto, nem o mais inteligente e sim o mais flaxível a tantas mudanças que vivemos, e a partir dai cabe a nós entender e aprender a grande lição do nosso grande irmão.

A grande lição do grande irmão.

E foi dada a largada, em janeiro de 2010 para a mais louca o turbulenta guerra por dinheiro da TV brasileira: o Big Brother Brasil que comemora sua décima edição trazendo um dos mais diversos times para compor esta verdadeira corrida maluca pelo prêmio de 1,5 milhão de reais. Esta de fato, pode-se considerar uma das edições com maior diversidade entre seus participantas. Ficou bastante evidente que a produção não queria mais apostar naquele velho cast de sarados e saradas que dalí despontavam todos para Playboy's e G Magazine's da vida. Uma lésbica, um gay afeminado, um transformista, um negro, uma dentista, uma professora universitária, uma dançarina de boate, um modelo aparentemente indeciso com sua sexualidade, um lutador machista entre outros fazem parte do time que apimenta cada dia mais as noites brasileiras e nos fazem nos apaixonar por uns e odiar outros. Para muitos estudiosos o BBB trata-se do maior lixo da TV Brasileira. Discordo em número, gênero, grau, em letras garrafais e fluorescentes. O BBB na realidade trata-se nada mais que a realidade do brasileiro. Se alguns pensam que o BBB existe apenas por trás das paredes do projac, este alguém está profundamente enganado. As mesmas atitudes vistas no BBB são as que nos passam na vida profissional, familiar e também nos nossos mais íntimos relacionamentos. Até mesmo os conflitos internos vividos pelos participante, apontados como sendo loucos que surtaram após dias e mais dias de confinamento e pasmem, a bipolaridade mostrada por eles também é a mesma que desempenhamos no nosso dia-dia. 
O BBB trata-se nada mais do retrato do brasileiro, mostra com frieza tudo que o ser humano é capaz por dinheiro: mentir, chorar, representar, julgar! Retrato este que é cópia fiel do mundo das organizações, do nosso ambiente de trabalho. Quem nunca lidou com um colega de trabalho mentiroso que fazia de tudo para lhe derrubar e aparecer a todo custo? Ou melhor, quem nunca teve que representar um papel para conseguir um emprego para ter o que comer e de onde tirar dinheiro para pagar as suas contas mensais? Pasmem, todos nós somos BBB's, vivemos no BBB da vida real, onde só seremos ex-BBB's no dia da nossa morte. Somos constantemente analisados e julgados por nossos gestos e atitudes pelo nosso vizinho, amigo, pai, mãe, chefe e se bobearmos somos postos no paredão e corremos grave risco da eliminação não de um jogo, mas de um grupo extremamente especial para nós. E que eliminação dolorosa. Quem nunca foi posto num paredão num relacionamento onde foi escolhido entre outro e foi trocado, ocasionando sua eliminação?
É, o paredão também existe na vida real, também corremos riscos diariamente de sermos eliminados, julgados, apontados e humilhados. Nós nascemos, estamos aqui pra isto, pra dar a cara a tapa e seguir em frente, sobrevivendo e nos reerguendo eliminação após eliminação, julgamento após julgamento. E talvez seja este o motivo pelo qual em sua décima edição o BBB faça dez vezes mais sucesso que sua primeira edição, em 2002. O público gosta de se sentir Deus, em ter o poder de decidir quem ele quer que continue convivendo, vivendo e se deliciando e de quem ele quer ver pelas costas. O BBB não trata-se de mais um besteirol da televisão brasileira, e sim de um programa de conteúdo adulto que pode ser explorado de forma sábia, perfeito para um estudante de psicologia estudar e tentar entender o labirinto que é o comportamento humano. Excelente para um sociólogo decifrar o que dificulta tanto o mistério da convivência. Formidável para um filósofo para que ele possa viajar e questionar cada frase disparada por cada participante dentro dos dias de confinamento. 
O BBB é um programa que transcede a TV, existe na vida real e nós somos participantes. A casa não tem tanto luxo assim, é nosso planeta terra. Quem nos julga somos nós mesmos. Quem nos elimina ou não, pasmem: também somos nós mesmos! E o vencedor do programa de TV, como já apontado pelo apresentador Pedro Bial é o mais flexível, aquele que mais é capaz de se adaptar as diversas situações que lhe são impostas. E na vida real, seria diferente? Quem vence não é o mais belo, o mais forte, o mais experto, nem o mais inteligente e sim o mais flaxível a tantas mudanças que vivemos, e a partir dai cabe a nós entender e aprender a grande lição do nosso grande irmão.

Hipocrisia, compre esta idéia!


E 2009 foi o ano das grandes perdas de grandes artistas, uns por motivos naturais (doenças, idade e coisas do tipo) e outros vítimas da cobrança exarcebada da mídia sob seus trabalhos e vidas pessoais.
Britney Spears, a princesinha do pop por pouco não teve o mesmo final trágico que o rei Michael Jackson, ambos vítimas da superesposição da mídia onde muitas vezes a vida pessoal tomava proporção e peso maior que seus respectivos trabalhos. 

Os fãs da Britney viram sua vida e carreira declinar após o casamento mais que desastroso com o dançarino Kevin Federlyne (é assim que se escreve?). Duas gestações seguidas, quilos e mais quilos ganhos com visitas diárias a Fast-Food's, baladas regradas a drogas, álcool, flagras em eventos sem calcinha e outros aperetivos mais que fizeram a alegria e fortuna de muitos paparazzi's. A cantora conheceu bem o fundo do poço, mas graças a estrutura familiar conseguiu se reerguer e voltar ao mercado fonográfico com seu álbum "Circus" que vendeu mais de 60 milhões de cópias em todo mundo e trouxe a cantora de volta ao sucesso.

Em Junho uma estrela se apagou, Michael Jackson morreu de uma forma misteriosa que até hoje é tema de questionamento de milhões de fãs de todos os continentes do mundo. Michael viu sua carreira desmoronar após as acusações de pedofilia e armações da imprensa contra o astro com o único intuito de vender revistas, capas. Perdeu toda sua fortuna pagando processos, viu todo seu império cair como um castelo de areia construido a beira do mar. Enquanto se preparava para voltar com uma nova turnê veio a falecer e pudemos acompanhar a mesma mídia hipócrita que contribuiu para o seu declínio mais uma vez o tendo como alvo dos tablóides, sendo que desta vez mostrando um Michael bom, que se preocupava com causas humanitárias, sensível e incapaz de lidar com qualquer tipo de dor. O mesmo Michael que toda a mídia conhecia mas anos atrás arranhou sua imagem e o jogou aos tubarões.

No Brasil também temos um exemplo, a atriz Leila Lopes, falecida no início de dezembro. Leila iniciou sua carreira na TV Manchete e em pouco tempo já estava brilhando na Rede Globo, emissora que monopoliza o mercado de teledramaturgia brasileiro e pouco tempo depois, de forma inexplicável foi afastava e não foi mais convidada a nenhum trabalho na emissora carioca. Anos depois ressurge Leila, lançando seu filme erótico e mais uma vez a mídia caiu em cima como urubus sob carniça apedrejando e apontando-a como se a mesma estivesse cometendo algum crime. Leila adoeceu, entrou em depressão profunda com a pressão da imprensa e veio a cometer suicídio. Leila morreu envenenada dentro de seu apartamento de deixou uma legião de fãs órfãos de seu trabalho e seu talento. E após a sua morte vemos a mídia a trazendo de volta aos tablóides como a boa mulher que sempre foi, atriz talentosa, cidadã digna, a trouxe de uma maneira como se a tivessem trazido antes dela tentar contra sua vida, dificilmente o Brasil teria perdido mais uma estrela.

É certo que em uma sociedade altamente capitalista o grande foco dos cidadãos é ganhar dinheiro, mas até onde vale a pena? Qual o limite para as grandes editoras que muitas vezes esquecem que antes de serem de serem artistas, as pessoas são humanas passivas de erros e defeitos, que também tem dor de cabeça, tem momentos tristes e necessitam ficar sozinhas, e as idealizam muitas vezes como sendo deuses e os pondo num papel altamente prejudicial a saúde mental dos mesmos.

O limite não existe, o intuito é vender e ganhar dinheiro mesmo que em cima da derrota e morte das pessoas, a hipocrisia ferve nas veias da sociedade e as envenena aguardando o momento de leva-los a morte.



Brasil, mostra tua cara!

E após passar por uma experiência pavorosa vim descobrir que sou imune a "amor", mas nunca conseguirei ser imune ao sofrimento e sempre serei a favor dos diretiros humanos.

É direito de todo ser humano a ser livre, poder optar pelos caminhos que irá seguir;
É direito de todo ser humano ter direito a educação de qualidade;
É direito de todo ser humano a ter direito a atendimento hospitalar de qualidade.

Esses e tantos outros direitos humanos todos já estamos cansados de ouvir desde que somos espermatozóides e estamos nos sacos de nossos pais, mas raramente os vemo serem aplicados. Hoje me encontro com um problema de saúde que pode-se considerar estável, mas que requer cuidados. Na acadêmia bati num material que causou uma lesão no músculo que infeccionou, e como meu plano de saúde era empresarial e eu contribuí para uso apenas até 31/12/2009, este ano estava sem cobertura hospitalar e justo no período que procurava um outro plano que atendesse minhas necessidades, precisei usar do Serviço Único de Saúde, que de único não tem nada ou talvez até tenha, pois nunca presenciei tanta desumanidade e desrespeito a vida em toda minha vida. Pessoas jogadas ao chão, pessoas feridas por tiroteios misturadas com pessoas de doenças altamente contagiosas, idosos internados sobre macas no meio de corredores onde o sol batia fortemente e os castigava ainda mais. A desnutrição é visível aos enfermos, muito em condições sub-humanas, sem a menor higiêne, outros agonizando de dor nas filas aguardando o atendimento médico que não chegaria. Sim, eu me ví no inferno, das 08hs da manhã as 19hs da noite sem comer nem beber uma gota d'água, cada vez mais aterrorizado com a situação que eu vivenciava. E as 17:30hs ví um verdadeiro rebuliço, vários funcionários trocando lençóis que estavam forrados nas macas por lençóis novos, de repente aparecerem leitos para comportar os enfermos que horas atrás estavam internados a luz do sol. Tudo por que motivo? O excelentíssimo governador do estado de Pernambuco Eduardo Campos compareceria ao hospital naquela noite para comemorar os 40 anos do hospital. Senti nojo daquele teatro, o desespero me tomava e eu mesmo cancelei minha internação pegando minhas coisas e indo embora. Sim, já fiz teatro, tenho boa desenvoltura com público mas apenas represento bem aquilo que eu acredito. Mentiras sinto muito, meu estômago não suporta, sinto refluxo e ânsia de vômito. E fugí do hospital, como um louco e desvairado que sou, vim me tratar em casa e pasmem, estou melhor aqui, o inxaço jpa começou a ceder, estou me medicando e em breve volto a ativa com toda força e vigor que sempre esbanjei. 

E como reflaxão da minha experiência vivenciada ontem me pergunto: Até quando terei que suportar tanta injustiça e hipocrisia numa pátria tão falsária como esta, onde os brasileiros só lembram de onde habitam em tempos de Copa do Mundo. Oh céus, como pude me esquecer, este ano tem Copa do Mundo!!! Vou ver minha cidade oda em verde e amarelo até o dia em que o Brasil ganhei o Hexa ou seja eliminado pela França como sempre. É Brasil, acho que já não cabe mais usar máscara, chegou a hora de mostrar tua face, mas prometo pegar leve afinal ainda não passou o carnaval e ainda irei tolerar até lá que uses máscara, mas após isto, BRASIL POR FAVOR, MOSTRA TUA CARA!

Comparações para que?

Em um mercado altamente globalizado com a chegada da internet e imensamente defasado é comum o surgimento de novos artistas e cantores que, dependendo do seu desempenho e do seu talento podem vir a se tornar veteranos e seguir uma carreira de sucesso. 
Os "novatos" obviamente tem os veteranos como espelho em atitudes, ações pois na verdade sonham de fato em trilhar uma carreira tão linda e bela quanto seu companheiro de profissão.
Me entristece profundamente ao ver matérias e tablóides alfinetando as cantoras Cláudia Leitte e Ivete Sangalo, comparado-as de maneira destrutiva onde muitas vezes fica notório que o único objetivo da matéria em questão é apenas denegrir e desmerecer não só o trabalho, mas a vida pessoal e tudo o que construiu o artista em questão. Em pleno século XXI é incompreensível como as pessoas temem o sucesso de um colega por não se sentirem capazes de brilhar também como se não houvessem um lugar ao sol pra todos ,detalhe: "O Sol possui uma massa 332 900 vezes maior que a da Terra, e umvolume 1 300 000 vezes maior que o do nosso planeta." (Fonte: Wikipédia), ou seja, há lugar para todos humanos ao sol, todos podem brilhar juntos, WooHoo!!! E ainda assim existe tanta gente pequena sem o menor escrúpulo que ousa subjulgar um outro alguém.
Para analogia pego um caso típico brasileiro de comparações imansamente cansativas sem o menos fundamento: As cantoras Ivete Sangalo e Cláudia Leitte. Ambas donas de um charme, beleza e talento incomuns são alvos se críticas altamente destrutivas comparando-as apenas pelo simples fato de ambas serem bahianas e cantares o mesmo estilo musical (Axé Music). Claudinha é a maior das vítimas das críticas sendo muitas vezes comparada com a Ivete e posta como se vivesse às sombras da musa. O mais incompreensível é a maneira como insistem em comparar seres humanos completamente diferentes. É óbvio: Ivete nunca será Claudia e Claudia nunca será Ivete assim como Jesus nunca será Satanás e Satanás nunca será Jesus! São pessoas diferentes, com história de vidas diferentes com ideologias, visões e propostas de trabalhos diferentes, sem a menor hipótese de serem comparadas.
O mais deprimente é ver a troca de farpas de fãs tratando as cantoras com apelidos irônicos e nada amistosos e muitas vezes as perseguindo para tirálas do sério e é justo nesse momento que a mídia cai em cima, esquecendo-se que antes de serem artistas as pessoas são seres humanos. É triste, mas é verdade, comparações, cobranças são parte do cotidiano de nós brasileiros que caminhamos cada dia mais para o fundo do poço!